Missa da Solenidade de Todos os Santos, presidida por D. Fernando Maio de Paiva, na Sé de Beja
A Missa da Solenidade de Todos os Santos foi celebrada hoje, 1 de novembro, na Sé de Beja. A celebração foi presidida por D. Fernando Maio de Paiva, Bispo de Beja, e concelebrada pelo Pe. Hugo Gonçalves, contando ainda com a presença do Diácono António Coelho.
Na homilia, o Bispo de Beja recordou que, ao contemplar os santos, “contemplamos Deus que actua, pela Sua graça” na vida de homens e mulheres que o seguiram de forma exemplar. Citou o Papa Leão XIV: “A história do mundo sem os santos e as santas seria imensamente mais pobre, ou seja, menos humana.”
O prelado sublinhou que não olhamos para os santos “de fora”, mas como membros da mesma família, a Igreja, em que entramos pelo Batismo. Explicou que a Comunhão dos Santos abrange os fiéis que peregrinam na terra, os que já contemplam Deus na glória do Céu e os que passam pela purificação, três dimensões que mantêm “uma comunhão de amor e de auxílio mútuo”, expressa na oração pelos falecidos e na intercessão dos santos.
D. Fernando Maio de Paiva apresentou depois a santidade como vocação e caminho de verdadeira felicidade, dirigido a todos, a partir do Evangelho das Bem-aventuranças. Lembrou, com o Papa Francisco, que as Bem-aventuranças são “o bilhete de identidade do cristão”. Entre os meios de santificação, referiu a graça e os sacramentos, em especial a Eucaristia e a Reconciliação, a oração, a prática das virtudes e a cruz, recordando que “não há santidade sem renúncia e sem combate espiritual”.
Na conclusão, o Bispo deu graças a Deus por todos os santos, incluindo “os santos da porta do lado”, expressão do Papa Francisco, e pediu que a intercessão de todos os Santos nos ajude a responder “com generosidade, alegria e confiança” ao convite à santidade.











